• Inclusão

    MEO Kalorama reforça acessibilidade e inclusão

    1 setembro 2026

    Festivaleiros Adultos em cadeira de rodas

    MEO Kalorama: quando a música pode ser vivida por todos

    Fundação MEO reforçou a acessibilidade do festival com soluções que promoveram uma experiência mais inclusiva para pessoas com diferentes necessidades de acesso à cultura.

    Durante três dias de música, encontros e emoções, o MEO Kalorama voltou a afirmar-se como um espaço de celebração da diversidade, reunindo milhares de pessoas no Parque da Bela Vista, em Lisboa. Para que esta experiência pudesse ser vivida de forma plena por todos, a Fundação MEO marcou presença no festival com um conjunto de soluções de acessibilidade que contribuíram para eliminar barreiras e promover uma participação cultural mais inclusiva.

    A acessibilidade esteve presente em diferentes momentos da experiência do festival, através de medidas que responderam a necessidades de mobilidade, comunicação, orientação e regulação sensorial, garantindo maior autonomia, conforto e bem-estar a todos os festivaleiros.

    Um festival preparado para receber todas as pessoas

    Entre as soluções disponibilizadas estiveram as plataformas para pessoas com mobilidade condicionada nos palcos MEO e Sagres, acessos adaptados em todo o recinto, instalações sanitárias acessíveis e estacionamento reservado.

    O festival contou ainda com uma Central de Acessibilidade, preparada para apoiar os visitantes ao longo dos vários dias do evento, reforçando o compromisso do MEO Kalorama com uma cultura cada vez mais aberta, inclusiva e participativa.

    Foi igualmente disponibilizada uma Sala de Pausa Sensorial, um espaço pensado para proporcionar momentos de tranquilidade e regulação sensorial, permitindo uma experiência mais confortável num contexto marcado pela intensidade e dinamismo próprios de um grande festival.

    Música para sentir, ouvir e viver de diferentes formas

    Porque a música pode ser vivida de muitas maneiras, a Fundação MEO voltou a disponibilizar soluções que permitiram tornar os concertos mais acessíveis às pessoas surdas e cegas.

    Nos concertos do Palco MEO, os festivaleiros puderam acompanhar a atuação de intérpretes de Língua Gestual Portuguesa (LGP), proporcionando um acesso mais inclusivo à experiência musical. O trabalho destes profissionais exige uma preparação aprofundada, desde o estudo das letras e dos contextos dos artistas até à interpretação das emoções, ritmos e dinâmicas de cada espetáculo, transformando a música em expressão gestual.

    A acessibilidade foi também reforçada através da App SENTIDO, que disponibilizou audiodescrição dos concertos do Palco MEO, permitindo que pessoas com deficiência visual acompanhassem os espetáculos. Complementarmente, os palcos MEO e Sagres integraram espaços de vibração sensorial, oferecendo formas alternativas de sentir a música e tornando a experiência mais inclusiva para diferentes públicos.

    Tecnologia ao serviço da inclusão cultural

    A presença da Fundação MEO no MEO Kalorama integra-se numa estratégia mais ampla de promoção da acessibilidade à cultura através da inovação e da tecnologia.

    Projetos como o Música com Sentido e a App SENTIDO demonstram como as soluções tecnológicas podem contribuir para aproximar mais pessoas da música, da arte, do desporto e da cultura, criando experiências que respeitam a diversidade e respondem a diferentes necessidades de acessibilidade.

    Ao longo dos últimos anos, a Fundação MEO tem trabalhado com festivais, eventos culturais e iniciativas de referência para tornar a participação cultural cada vez mais inclusiva, acessível e significativa, promovendo uma sociedade onde todos possam viver a cultura em igualdade de oportunidades.

    Porque a música é de todos

    O MEO Kalorama chegou ao fim, mas o compromisso da Fundação MEO com a acessibilidade e a inclusão continua.

    Continuar a quebrar barreiras, criar novas possibilidades e aproximar mais pessoas da música, da arte, do desporto e da cultura é um objetivo permanente. Porque a inclusão não termina quando os palcos se apagam. Faz parte de um trabalho contínuo para garantir que todas as pessoas possam participar, sentir e viver experiências culturais sem limitações.

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