Obras da Coleção de Arte Contemporânea da Fundação MEO

Perdurar como Paradoxo,” reúne um conjunto de obras de arte produzidas desde a década de 1980, provenientes de diferentes núcleos da Coleção de Arte Contemporânea da Fundação MEO.

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Visitar a Exposição “Perdurar como Paradoxo” 

Datas: 1 outubro a 13 novembro de 2026
Horário: Segunda a sexta das 10h às 18h
Local: Espaço Fundação MEO, Fórum Picoas, Lisboa
Entrada gratuita

 

O Espaço Fundação MEO, no Fórum Picoas, recebe a exposição "Perdurar como Paradoxo", uma mostra que reúne obras da Coleção de Arte Contemporânea da Fundação MEO produzidas desde a década de 1980. A exposição apresenta obras raramente exibidas ou nunca antes mostradas ao público, convidando os visitantes a refletir sobre os conceitos de memória, preservação, transformação e acesso ao património artístico contemporâneo.

 

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Perdurar como paradoxo

Uma Exposição sobre Memória, Transformação e Tecnologia

Esta exposição explora a criação artística através de diferentes meios e linguagens, reunindo obras que abordam conceitos como perceção, energia, matéria, transformação, sistemas analógicos e tecnologias digitais. A mostra estabelece um diálogo entre obras históricas e contemporâneas da Coleção de Arte Contemporânea da Fundação MEO, revelando novas perspetivas sobre o património artístico.

Artistas e obras da exposição

A exposição reúne obras de artistas representados na Coleção de Arte Contemporânea da Fundação MEO, promovendo o diálogo entre diferentes gerações, linguagens e práticas artísticas.

  • Eduardo Batarda

    Eduardo Batarda

    Erros 44 (Mecânico) (1995)

    Eduardo Batarda (1943–2025) foi um dos mais relevantes pintores portugueses do século XX. Conhecido por uma prática artística crítica e singular que articula pintura e desenho, e evoca a cultura popular. Estudou no Royal College of Art, em Londres, e foi professor na Escola Superior de Belas-Artes do Porto.

  • Alexandre Estrela

  • Cristina Mateus

  • Eduardo Nery

  • Joana Rosa

    Joana Rosa

    Silence (2022)

    Nascida em Lisboa em 1959, Joana Rosa é conhecida sobretudo pelos seus desenhos e pela exploração de gestos automáticos, e formas orgânicas e intuitivas. Estudou em Londres e a sua obra integra coleções como a do MoMA, de Serralves e da Fundação Calouste Gulbenkian.

  • Fernando Brito

  • Luís Palma

  • Maria José Oliveira

  • imagem artigos

    Maria Tomás

    Sem Título, da série Dez Desenhos Órficos (1997)

    Maria Tomás nasceu na Ilha de Santa Maria, Açores, em 1951. Na sua prática recorre aos campos do desenho e da pintura, da gravura e da ilustração, e também do cinema, para explorar o universo intimista e denso das suas referências e do seu imaginário.

  • Martinha Maia

  • Miguel Soares

  • Pedro Cabrita Reis

  • Ragnar

    Ragnar Kjartansson

    Fire (3) (2023)

    Nascido em Reykjavik em 1976, Ragnar Kjartansson é um artista islandês que trabalha os campos da performance, do vídeo, da pintura, do desenho e da música. Através da repetição, duração e teatralidade, explora temas como amor, beleza, humor, melancolia e a própria condição humana.

  • Pedro Casqueiro

  • Pedro Proença

  • Rosa Almeida

Exposição Acessível a Todos

A exposição "Perdurar como Paradoxo" disponibiliza uma App gratuita com conteúdos acessíveis que promovem uma experiência cultural mais inclusiva, garantindo que ninguém fica de fora da descoberta da Coleção de Arte Contemporânea da Fundação MEO.

meo-dot   Descrição das obras para adultos, crianças e cegos;

meo-dot   Audiodescrição das obras para adultos, crianças e cegos;

meo-dot   Língua Gestual Portuguesa (LGP).

 

QRCODE

 

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Exposição Acessivel a Todos

O que é "Perdurar como Paradoxo?"

 

“Perdurar como Paradoxo” reúne um conjunto de obras de arte produzidas desde a década de 1980, raras vezes ou nunca expostas, provenientes de diferentes núcleos da Coleção de Arte Contemporânea da Fundação MEO. A preservação de uma obra de arte numa coleção nem sempre implica a sua visibilidade imediata. Diferentes razões, como a sua escala, a complexidade técnica, as condições materiais que a sua apresentação exige, ou a memória que encerra, podem determinar a sua ausência do espaço expositivo, e o seu afastamento do olhar. Privilegiando o diálogo entre obras conhecidas e desconhecidas do público, revisita-se a Coleção e explora-se a sua condição paradoxal enquanto espaço de preservação e partilha, de ocultação e revelação, marcado pela constante tensão entre forças opostas.

Partindo desta contradição, e perante a invisibilidade que tantas vezes acompanha o que cuidadosamente se guarda, a exposição pretende ativar a capacidade de mutabilidade e transformação dos objetos artísticos de modo a reanimá-los no presente. Não procurando resolver este paradoxo, a exposição assume-o como condição para recuperar obras que permaneceram ocultadas, reclamando-lhes um espaço e fazendo-as perdurar a partir de um outro olhar.  Sem propor uma leitura só, nem um percurso definido, convida-se o visitante a percorrer o espaço e a conhecer diferentes obras, orientadas por afinidades dinâmicas, como a perceção, a matéria e a energia. Convocam-se os conceitos de metamorfose e impermanência através da evocação do fogo como tecnologia primeva, da infância como idade para conhecer o mundo e da mecânica pela inerente mutação dos sistemas analógicos em sistemas digitais e computacionais. Alude-se também à persistência da contradição expondo obras de artistas que indagam sobre a sacralização e a profanação da realidade, sobre os constrangimentos e o alcance das margens, e que integram a imprevisibilidade e o erro na sua prática artística.

“Perdurar como Paradoxo” evoca a própria memória da Coleção de Arte Contemporânea da Fundação MEO, apresentando obras que regressam ao espaço público e outras resgatadas e mostradas pela primeira vez, e esclarece que as obras de arte e coleções possuem a capacidade de perdurar em diferentes contextos, revelando novas possibilidades de relação com o presente.

 

Curadoria: Afonso A. Castro (IHA - NOVA FCSH)

Esta exposição foi desenvolvida no âmbito do projeto ‘Implementação do Espaço Fundação no Fórum Picoas’, uma parceria entre a Fundação MEO e o Instituto de História da Arte (IHA – NOVA FCSH).

O que é a Coleção de Arte Contemporânea da Fundação MEO?

  • A Coleção de Arte Contemporânea da Fundação MEO reúne obras de artistas portugueses e internacionais produzidas ao longo das últimas décadas. A coleção reflete diferentes correntes, práticas e linguagens da arte contemporânea, constituindo um importante património cultural acessível ao público através de exposições e iniciativas de valorização artística.

     

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Perguntas Frequentes sobre a exposição “Perdurar como Paradoxo”

1. Que artistas estão representados na exposição de arte contemporânea da Fundação MEO?

A exposição integra artistas contemporâneos, refletindo a diversidade de linguagens, práticas e perspetivas presentes na criação artística atual. Nomeadamente: Martinha Maia, Alexandre Estrela, Eduardo Nery, Rosa Almeida, Eduardo Batarda, Maria José Oliveira, Joana Rosa, Luís Palma, Ragnar Kjartansson, Sancho Silva, Miguel Soares, Cristina Mateus, Pedro Casqueiro, Fernando Brito, Pedro Cabrita Reis e Pedro Proença.

2. Que tipo de obras fazem parte da exposição?

A exposição integra obras de diferentes suporte, abrangendo várias expressões da arte contemporânea, da fotografia ao vídeo, do desenho à pintura e à instalação.

3. O que é a exposição “Perdurar como Paradoxo” ?

“Perdurar como Paradoxo” reúne um conjunto de obras produzidas desde a década de 1980, provenientes de diferentes núcleos da Coleção de Arte Contemporânea da Fundação MEO. Muitas destas obras foram raramente apresentadas ou nunca estiveram em exposição pública. A seleção reúne obras de diferentes períodos e práticas artísticas e organiza-se a partir de relações temáticas e formais associadas à perceção, à matéria e à energia. A exposição aborda ainda ideias de transformação e mudança através de diferentes referências: o fogo enquanto uma das primeiras tecnologias utilizadas pelo ser humano, a infância enquanto período de descoberta e aprendizagem e a passagem dos sistemas analógicos para os sistemas digitais e computacionais.

4. A exposição é acessível a todos?

Sim, todas as obras têm conteúdos acessíveis em português e inglês e em língua gestual Portuguesa para adultos, crianças, cegos e surdos.

5. Quando e onde decorre a exposição?

A exposição está patente no Espaço Fundação MEO, no Fórum Picoas, de 1 de outubro a 13 de novembro, de segunda a sexta-feira, entre as 10h e as 18h. A entrada é gratuita para todos os visitantes.

6. O que é a Coleção de Arte Contemporânea da Fundação MEO?

A Coleção de Arte Contemporânea da Fundação MEO reúne obras de artistas portugueses e internacionais produzidas ao longo das últimas décadas, representando diferentes correntes, linguagens e práticas artísticas contemporâneas.

7. Onde ver arte contemporânea gratuita em Lisboa?

A exposição "Perdurar como Paradoxo" pode ser visitada gratuitamente no Espaço Fundação MEO, localizado no Fórum Picoas, em Lisboa.

8. Porque visitar esta exposição?

- Obras raramente expostas ou nunca antes apresentadas ao público
- Artistas portugueses e internacionais de referência
- Arte contemporânea, media art, instalação, vídeo, escultura e fotografia
- Experiência acessível para diferentes públicos
- Visita gratuita em Lisboa

9. Que exposições de arte contemporânea estão em Lisboa?

"Perdurar como Paradoxo" é uma exposição de arte contemporânea que apresenta obras da Coleção de Arte Contemporânea da Fundação MEO, reunindo artistas portugueses e internacionais de referência.

10. A exposição tem entrada gratuita?

Sim. A entrada na exposição é gratuita para todos os visitantes durante o horário de funcionamento.

11. Quanto tempo demora a visita?

A duração média da visita varia consoante o interesse do visitante, recomendando-se entre 45 e 90 minutos para explorar os diferentes núcleos da exposição.

12. A exposição é adequada para escolas?

Sim. A mostra constitui uma oportunidade educativa para explorar temas relacionados com arte contemporânea, património cultural, tecnologia, criatividade e pensamento crítico.